terça-feira, 24 de março de 2009

Capa

SEMINÁRIO
DE
GEOGRAFIA


Tema:Greenpeace
Líder:Steffany Lima
Alunos:Mirela Felismino,Thales Ribeiro,Leandro Queiroz e Lucas Le Lonnes
Professor:Felipe Monteiro
Colégio:Tiradentes Aldeota

índice:

-Capa
-Vídeo
-Introdução
-Desenvolvimento
-Conclusão
-Fontes de Pesquisa

Introdução:

A nossa equipe ficou encarregada de falar sobre o greenpeace,sobre o que é,o que ele faz,as coisas que ele trata!
O Greenpeace é uma organização não-governamental com sede em Amsterdã
(Holanda do Norte, Países Baixos) e escritórios espalhados por quarenta
e um países.
Atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio
ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às
áreas de florestas (Amazônia no Brasil), clima, nuclear, oceanos,
engenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos e energia re
novável.
No decorrer do nosso trabalho vamos explicar sobre os trangênicos também,os riscos que as pessoas que trabalham no greenpeace correm para fazer esse trabalho,a preservar a natureza!A organização, criada em 1971 no Canadá por imigrantes americanos,
é financiada com dinheiro de pessoas físicas apenas, não aceitando
recursos de governos ou empresas. Tem atualmente cerca de três milhões
de colaboradores em todo o mundo - quarenta mil no Brasil - que doam
quantias mensais que variam de acordo com o país. Recebe ainda doa
ções de equipamentos e outros bens materiais, usados geralmente nas campanhas e ações do grupo.

Desenvolvimento:

O Greenpeace é uma organização não-governamental com sede em Amsterdã (Holanda do Norte, Países Baixos) e escritórios espalhados por quarenta e um países.
Atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestas (Amazônia no Brasil), clima, nuclear, oceanos, engenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos e energia renovável.
A organização, criada em 1971 no Canadá por imigrantes americanos, é financiada com dinheiro de pessoas físicas apenas, não aceitando recursos de governos ou empresas. Tem atualmente cerca de três milhões de colaboradores em todo o mundo - quarenta mil no Brasil - que doam quantias mensais que variam de acordo com o país. Recebe ainda doações de equipamentos e outros bens materiais, usados geralmente nas campanhas e ações do grupo.
O Greenpeace busca sensibilizar a opinião pública através de atos, publicidades e outros meios. A atuação do Greenpeace é baseada nos pilares filosóficos-morais da desobediência civil e tem como princípio básico o testemunho presencial e a ação direta.
Entre os primeiros ativistas que ajudaram a fundar a organização na década de 1970 havia pessoas com estilo de vida hippie e membros de comunidades quakers americanas, que migraram para o Canadá por não concordarem com a guerra do Vietnã. Os nomes mais destacados entre os fundadores da organização são Robert (Bob) Hunter (falecido em maio de 2005, foi membro do grupo por toda sua vida), Paul Watson (que saiu em 1977 por divergências com a direção do grupo, fundando no mesmo ano a Sea Shepherd Conservation Society, dedicada à proteção dos oceanos) e Patrick Moore (se desligou em 1986 e, em 1991, criou a empresa Greenspirit, que presta consultoria ambiental à indústria madeireira, nuclear e de biotecnologia).
As campanhas, protestos e ações do Greenpeace procuram atrair a atenção da mídia para assuntos urgentes e assim confrontar e constranger os que promovem agressões ao meio ambiente. Dessa forma o grupo conseguiu ao longo de sua história algumas importantes vitórias como o fim dos testes nucleares no Alasca e no Oceano Pacífico, o fechamento de um centro de testes nucleares americano, a proibição da importação de pele de morsa pela União Europeia, a moratória à caça de baleias e a proteção da Antártida contra a mineração. No Brasil, o Greenpeace conseguiu vitórias principalmente na Amazônia, denunciando a extração ilegal de madeira da região.
Origem do Nome
O nome da organização veio do acaso: Na ocasião da viagem para impedir um teste nuclear americano em Amchitka foi vendido um buttom para ajudar a arrecadar fundos para a viagem, as palavras "green" e "peace" foram pensadas para expressar a idéia de pacifismo e defesa do meio ambiente, porém não cabiam num buttom e foi necessário juntá-las. Nascia o Greenpeace.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Desmatamento zero com biodiversidade

Internacional — Greenpeace lança em Bali proposta marco para reduzir a destruição de florestas tropicais, que representa 20% das emissões total de gases do efeito estufa no mundo.

O Greenpeace lançou nesta terça-feira uma proposta inovadora para reduzir e, em última instância, zerar o desmatamento das florestas tropicais, ao mesmo tempo em que preserva a biodiversidade e respeita os direitos das populações locais. A iniciativa foi divulgada em um evento paralelo da 13ª conferência da Convenção do Clima em Bali, e contou com a participação dos governos de Papua e Papua Barat, as províncias com maior área intacta de floresta na Indonésia.

A destruição das florestas tropicais representa aproximadamente 20% das emissões totais de gases de efeito estufa e precisa ser contemplada na segunda fase do Protocolo de Kyoto. Indonésia e Brasil são o terceiro e o quarto maiores poluidores globais do clima por causa da destruição das florestas. Para combater as mudanças climáticas, é necessário acabar com o desmatamento em no máximo dez anos.

No início de outubro deste ano, ONGs brasileiras lançaram um pacto pelo fim do desmatamento na Amazônia que prevê acabar com a derrubada da floresta em sete anos sem prejudicar o crescimento econômico da região.

“O desmatamento das florestas tropicais deve ser incluído nas discussões da Convenção do Clima, em Bali. Os recursos para zerar o desmatamento já existem, o que falta agora é vontade política. Os governos de Papua e do estado do Amazonas já apresentaram iniciativas nesta direção que os governos presentes em Bali devem seguir. Sem dinheiro não há florestas nem futuro”, disse Paulo Adario, coordenador da campanha da Amazônia do Greenpeace.

A proposta do Greenpeace tem potencial para arrecadar recursos da ordem de vários bilhões de dólares por ano, sendo que uma parte pode ser usada em um futuro próximo para financiar ações urgentes para reduzir as emissões vindas de desmatamento.

Em abril deste ano, os governadores das províncias de Aceh, Papua e Papua Barat reconheceram a necessidade de reduzir o desmatamento com o apoio da comunidade internacional, através de mecanismos de financiamento para redução de emissões e de transferência de tecnologia voltada para a proteção das florestas e para a geração de renda para as comunidades locais.

Bill Hare, conselheiro político para mudanças climáticas e co-autor da iniciativa do Greenpeace, completa: “Nossa proposta alia oportunidades de mercado com financiamento para políticas públicas que vão resultar em reduções reais do desmatamento, sem a transferência do problema de um lugar para o outro, além de garantir a divisão dos benefícios com a população local”, disse ele.

Violência marca protesto:

JACARTA, INDONÉSIA — Ativistas do Greenpeace foram agredidos esta manhã ao realizar um protesto na Sinar Mas Group, a maior madeireira da Indonésia, que também produz óleo de dendê.

Funcionários da segurança da empresa agrediram com pontapés e socos os ativistas. A demanda mundial crescente por óleo de dendê está destruindo as florestas tropicais da Indonésia. O óleo de palma, também conhecido como óleo de dendê, é usado na produção de alimentos, cosméticos e biocombustível.

Vinte e cinco ativistas se acorrentaram na entrada da empresa e escaladores abriram no prédio uma faixa de 20m X 10 m com os dizeres “Sinar Mas destruidor da floresta e do clima”. Logo após a realização da atividade e das cenas de violência, a polícia chegou e removeu os ativistas.

“Essas atitudes violentas só reforçam a postura da empresa sobre seus negócios. A Sinar Mas acredita que está acima da lei, mas o direito de realizar um protesto está previsto nas leis da Indonésia” comenta Bustar Maitar, coordenador da campanha de floresta do Greenpeace na Indonésia.

O Greenpeace vem monitorando as operações da Sinar Mas na província de Riau, na Sumatra, nos últimos anos e recentemente coletou claras evidências de que a empresa está destruindo cada vez mais os remanescentes florestais. Sinar Mas está expandindo, já detém concessões de mais de 200 mil hectares de floresta e tem planos de conseguir mais de um milhão de hectares, principalmente em Papua. Organizações que defendem os direitos humanos também levantaram sérias preocupações devido à repressão da empresa aos comunitários que protestaram contra a APP, que pertence ao grupo Sinar, em Suluk Bongkal, Riau, no final de 2008.

O presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, afirma que irá reduzir as emissões de gases, mas não consegue fazer a Sinar Mas parar de destruir a floresta. “Se Yudhoyono quer que a Indonésia se transforme em um líder global em busca de soluções para o aquecimetno global, então ele precisa neutralizar imediatamente a ação da Sinar Mas”, completa Maitar.

O governo indonésio precisa implementar uma moratória para barrar a conversão de florestas em plantação de dendê. Isso irá ajudar não só a diminuir as emissões de carbono do país, como também defender a riqueza da biodiversidade tropical e proteger as comunidades que dependem das florestas em toda a Indonésia. O país precisa reduzir 72% de suas emissões até 2012 e pressionar os países industrializados a pagar pela redução do desmatamento e a reduzir drasticamente suas emissões.

Conclusão

Os próprios seres humanos que estragam a natureza,se não existesse o greenpeace teríamos acabado com o meio em que vivemos a muito tempo já,não seríamos mais nem vivos,porque tem gente que se empenha pra poder salvar o nosso planeta,arriscando a sua própria vida,ao contrário de gente que não está nem ai para o meio no qual vivemos!
Nosso trabalho em si mostrou o caso da amazônia,falamos muitos dos trangênicos um dos casos mais comentados hoje em dia pelas pessoas e de grande importância para nossa vida falamos também sobre o clima dentre outras coisas que são muito importantes para nós!O seu prato de arroz com feijão do dia-a-dia vai virar campo de testes da Bayer, que quer plantar e vender no Brasil o arroz transgênico Liberty Link 62. Resistente ao agrotóxico glufosinato de amônio (fabricado pela própria Bayer), o arroz LL62 não é plantado nem comercializado em lugar algum do mundo. Ele representa um risco à biodiversidade, à saúde humana e aos agricultores que optarem por não plantar transgênico.
O nosso trabalho servio para abrir os nossos olhos de que coisas que para nós possa parecer besta,mais pode prejudicar e muito o meio ambiente!

Fontes de Pesquisa:

Link:http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Greenpeace